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Sessão Averroes de novembro discute o envelhecimento
20 de novembro de 2010

A Sessão Averroes exibe, na segunda-feira, 29 de novembro, às 19h, o longa Vênus, de Roger Michell (Reuni Unido/EUA/2006). O filme retrata as delícias e mazelas da maturidade e do envelhecimento na vida de dois amigos e veteranos atores ingleses, contrapondo o vigo da juventude à fragilidade da velhice.

A projeção é seguida de mesa de reflexão par a qual está convidada a Dra. Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A coordenação estará a cargo do Dr. Davida Braga Jr, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE/SP) e Coordenador do Centro de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Profissional de Grupo MAIS/Hospital Premier.

Destinada sobretudo a profissionais e estudantes da área da medicina e saúde, a Sessão Averroes é fruto da parceria entre a Cinemateca Brasileira, o Hospital Pemier/Grupo Mais e Oboré e tem o objetivo de refletir, examinar e debater a condição humana, a via e sua terminalidade. É aberta ao público e acontece sempre às 19h da última segunda-feira de cada mês, seguida de debate com convidados das mais diversas áreas do ocnhecimento. As sessões são precedidas de visita monitorada por toda a Cinemateca, incluindo a área técnica de restauro.

O título da Sessão alude ao filósofo, jurista e médico nascido em Córdoba, em 1126 – à época uma das mais cultas metrópoles muçulmanas – e reconhecido como um dos pais da Medicina. Foi o principal intérprete da obra de Aristóteles, o que influenciou toda a filosofia muçulmana, judaica e cristã da Idade Média.

A Sessão Averroes do mês de novembro de 2010 conta com o apoio da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, do Instituto Paliar e da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG).

Serviço:

Sessão Averroes de Cinema e Reflexão

Data: 29 de novembro de 2010

Horário: 19h

Local: Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207, próximo ao Metrô Vila Mariana, em São Paulo.

Outras informações: (11) 3512 6111 (r. 215)

Sessão Averroes apresenta o filme As Invasões Bárbaras
25 de julho de 2010

Nesta segunda-feira, 26 de julho, acontece, em São Paulo, a Sessão Averroes do projeto Cinema e Reflexão: Aprender a Viver – Aprender a Morrer, uma iniciativa da Cinemateca Brasileira, do Hospital Premier/Grupo MAIS, do Oboré, com apoio da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, Instituto Paliar e da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG).

O filme escolhido é As Invasões Bárbaras, uma produção franco-canadense do diretor Denys Arcand. À beira da morte em um hospital público canadense e buscando um acerto de contas com a sua própria história, o professor universitário Rémy reúne o filho ausente, a ex-mulher e antigos amigos a fim de que acompanhem seus momentos finais de vida. Durante os preparativos para o desenlace, os diálogos dos personagens ao redor do leito iluminam temas históricos e filosóficos da globalização e da liberdade, expressas na questão central da eutanásia.

A projeção é seguida de Mesa de Reflexão para a qual foram convidados o médico Reinaldo Ayer, Coordenador da Câmara Técnica de Bioética do Conselho Regional de Medicina de são Paulo (CREMESP) e o juiz José Henrique Rodrigues Torres, do Conselho Diretivo da Federação de Associações de Juízes para a Democracia da América Latina e Caribe. A mediação dos trabalho é do Kleber Lincoln Gomes, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG) e mebro da curadoria da Sessão Averroes.

Destinada sobretudo a profissionais e estudantes da área de medicina e saúde, a Sessão Averroes tem o objetivo de refletir, examinar e debater a condição humana, a vida e sua terminalidade. É aberta ao público e acontece sempre às 19h da última segunda-feira de cada mês, seguida de mesa de reflexão com convidados das mais diversas áreas do conhecimento. As sessões são precedidas de visita monitorada (17h) por toda a Cinemateca, incluindo a área técnica de restauro.

O título da Sessão alude ao filósofo, jurista e médico nascido em Córdoba, em 1126 – à época uma das mais cultas metrópoles muçulmanas – e reconhecido como um dos mestres da Medicina. Foi o principal intérprete da obra de Aristóteles, o que influenciou toda a filosofia muçulmana, judaica e cristã na Idade Média.

Programação

Data: 26 de julho

17h – Visita Monitorada

19h – Sessão de Cinema – As Invasões Bárbaras (entrada franca)

21h – Mesa de Reflexão

Local: Cinemateca Brasileira

Largo Senador Cardoso, 207, São Paulo/SP

Informações: (11) 3512 6111 (r.215)

www.cinemateca.gov.br

www.spinternacoes.com.br

www.obore.com

SESSÃO AVERROES – Cinema e Reflexão
25 de janeiro de 2010

Neste mês de janeiro, quando São Paulo celebra 456 anos, a Sessão Averroes – Cinema e Reflexão dispensa sua programação normal e junta-se às homenagens preparadas pela Cinemateca Brasileira para mais um aniversário da cidade. A quarta edição da mostra CINEMATECA SP presenteia o público, de 19 a 25 de janeiro, com a exibição de filmes restaurados pela instituição dentro do Programa de Restauro Cinemateca Brasileira – Petrobras 2007, em cópias novas e ainda inéditas nas telas.

Portanto, é com grande satisfação que o Grupo MAIS / Hospital Premier, OBORÉ e Cinemateca, promotores da Sessão Averroes, com o apoio da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG), do Instituto Paliar e da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), convidam a todos que vem prestigiando os encontros mensais de cinema e reflexão, para mais esta edição da CINEMATECA SP.   Neste ano, a mostra volta a apresentar raras imagens da metrópole, captadas em momentos diversos de sua história, e obras que resgatam seu passado e presente. É composta por quatro programas temáticos e por dois encontros entre cineastas e público.

O programa CINEMA DE RUA reúne uma série documentários de intervenção que denunciam problemas típicos da metrópole nos anos 70 – pobreza, descaso público, migração, desemprego etc. Criado pelo cineasta João Batista de Andrade, o CINEMA DE RUA teve grande influência sobre a produção documentarista brasileira. De maneira independente, realizou filmes de contestação, em confronto com o discurso oficial da ditadura. Também foram agrupados sob este recorte curtas do início dos anos 70, como Migrantes (1972) e Ônibus (1973), fundamentais para a formação do movimento que agrupou jovens estudantes da Escola de Comunicações e Artes da USP e cineastas iniciantes.

Dia 25 de janeiro, segunda-feira, após a projeção do filme Liberdade de Imprensa (18h30) , o cineasta João Batista de Andrade e o jornalista Audálio Dantas participam de Mesa de Reflexão sobre o tema. Durante o evento, estarão disponíveis para venda exemplares do livro “Cinema de Intervenção, 40 anos do documentário inaugural da obra de João Batista de Andrade”, de Renata Fortes e João Batista de Andrade, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, dentro da Coleção Aplauso.
FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

Migrantes, de João Batista de Andrade
São Paulo, 1972, 16mm, pb, 7’
Reportagem sobre a situação miserável dos migrantes nordestinos vistos como marginais por muitos paulistanos. Numa oportunidade especial, o repórter coloca frente a frente um imigrante, que mora com a família sob um viaduto, e um paulistano típico, que o aconselha a voltar para o campo. Prêmio de Melhor filme em 16mm na Jornada Nordestina de Curta-Metragem em 1973. Produção da TV Cultura. Filme restaurado a partir dos negativos originais 16mm de imagem e som. Livre

Ônibus, de João Batista de Andrade
São Paulo, 1973, 16mm, pb, 7’
Reportagem sobre os problemas do transporte urbano em São Paulo. A partir do ponto inicial de uma linha de ônibus, e contando com depoimentos dos próprios usuários, o curta registra a precariedade do sistema de transporte, os atrasos e perigos da superlotação. Produção da TV Cultura. Roteiro de João Batista de Andrade, fotografia de Nilo Mota. Filme restaurado a partir de cópia sonora 16mm. Livre

Restos, de João Batista de Andrade, Roberto Menezes, Wagner Carvalho e Paulo Zacca São Paulo, 1975, 16mm, pb, 9’ | Silencioso Filme experimental que capta, em imagens aterrorizantes, o cotidiano de um grupo de miseráveis que vive da cata do lixo num aterro sanitário da Rodovia Raposo Tavares. Mulheres, crianças, velhos, desempregados etc, que disputam latas, papéis e restos de comida despejados no local. Censurado pelas autoridades, não pode ser exibido na Jornada Brasileira de Curta-Metragem de 1975. Filme restaurado a partir do negativo original 16mm de imagem. Não indicado para menores de 14 anos

Liberdade de imprensa, de João Batista de Andrade São Paulo, 1967, 16mm, pb, 24’
A situação dos veículos de comunicação no país em meio a disputas ideológicas, pressões econômicas, capital estrangeiro e censura política, entre os anos de 1964 e 1967. Um retrato da época, com imagens de grandes acontecimentos e entrevistas com especialistas e políticos. Segundo palavras do próprio cineasta, Liberdade de imprensa “revelava minha característica básica de filmar, muito valorizada hoje, mais de 30 anos depois: a presença evidente da equipe, da câmera, do diretor, de tal forma que, como diz Jean-Claude Bernardet, o filme capta não o real, enquanto fetiche, mas o resultado dessa presença, dessa intervenção do cineasta diante do real”. Produção do Grêmio da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Livre

ANOTE NA AGENDA: 

25 de janeiro, segunda-feira, 18h30
CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215) www.cinemateca.gov.br